Nomadismo


E eu?
Julho 24, 2008, 4:17 pm
Arquivado em: Desassossego | Tags:

Eu estou em Vitória ainda… Faltam 3 semestre para terminar a faculdade. Mas já estou escrevendo minha monografia e pensando em ir para o Rio ou São Paulo. Se eu estou feliz? Não sei. Boa pergunta.

O que é estar feliz?



A City sem o Sex
Junho 18, 2008, 3:14 am
Arquivado em: Celulóide | Tags: , , ,

[ATENÇÃO - O TEXTO CONTÊM SPOILERS]

Confesso que quase não li nenhuma crítica sobre o filme Sex and the City antes de ir assistí-lo. Como fã da série, queria ter a primeira impressão sem ser contaminada por outras opiniões. Só ouvi o comentário da minha mãe de que a Veja “meteu o pau” no filme. Não sei quais foram os argumentos deles. Eu não gostei tanto. Mas dizer que o filme foi horrível é um exagero.

O início tem um ritmo meio lento e desajeitado. Parece uma caricatura da série. A Carrie do filme não tem nem um décimo da ironia e do sarcasmo da Carrie do seriado. E a ceninha toda dela sendo largada antes do casamento foi muito forçada. Tá bom que o Big nunca foi muito fã de casamentos. Mas ele era um homem decidido. Eu respeitava isso nele. No fundo ele nunca enganou a Carrie. Ela é que sempre se enganava sobre ele. Ele sempre deixou a posição dele no meio disso tudo. O Big de verdade jamais teria o comportamento de mocinha de dizer: “Please pick up the phone. I need to hear it’s just you and me”. SOOOO not Big!!!

Mas há esperança. Depois que ela é largada finalmente as coisas voltam ao normal. Elas vão para o México e o ritmo das quatro amigas de Manhattan volta à todo vapor. E daí a gente tem um delicioso revival da série até o fim, que é óbvio que é o que todo mundo espera, mas não deixa de ser bem legal.

As roupas, claro, são um show à parte. Ela ter pedido um closet ao invés de um anel de diamantes é TUDO!!! Totalmente Carrie.

Apesar disso achei o filme meio sem sal se comparado ao seriado. Faltou pimenta. Faltou o Sex.

Mas tenho que admitir minhas predileções. Os louros do filme vão todos para Kim Cattrall, com a IMPAGÁVEL Samantha. Ela sempre foi minha personagem favorita. E no filme é a única que se mantêm afinada com a personagem como era no seriado. Samantha é e sempre será Samantha. E a Kim sempre será a mulher que deu o inesquecível discurso, quando ganhou o Emmy: “You have no idea how many men I had to sleep with to get this”. A Kim sempre será dona de parte do meu coração por ter dado vida à Samantha. E a Samantha sempre terá meu eterno respeito por ter uma única e ardente paixão na vida: ela mesma.



Danoninho não é iogurte. É queijo
Junho 16, 2008, 3:05 am
Arquivado em: Gaveta de Calcinha | Tags: ,

Existe danoninho pra gente grande. Mas o melhor mesmo é danoninho pra gente pequena…



Esvaziamento de valores
Junho 12, 2008, 3:32 am
Arquivado em: Coisa de adulto

Por várias vezes já tinha pensado nesse assunto. Discuti bastante, mas nunca cheguei a escrever algo a esse respeito.

Me impressiona como as novas gerações estão cada vez mais imediatistas. Cada vez mais rápido. Como os valores que tínhamos, de respeitar tradições, regras, coisas mais antigas, foram totalmente esvaziados de importância. Como queremos cada vez mais viver o hoje e esquecer do que passou. Ou do que está por vir.

Eu me lembrei disso por uma coisa trivial. Uma discussão em uma lista de e-mails sobre um churrasco de calourada do curso. Mas existem vários outros exemplos disso na sociedade hoje em dia. O desrespeito às figuras públicas (não que não possamos questionar nossos governantes, mas devemos fazer isso com classe e respeito. Já vi situações em que o governador teve que se retirar da palestra porque o povo gritava tanto que não deu pra ele falar), desrespeito aos professores, pais… Enfim, a tudo que demonstre hierarquia de alguma forma.

Isso tem vários motivos. Mas um deles, e o mais gritante é o grande problema da falta de educação generalizada. Não estou nem falando sobre aprender a escrever corretamente ou somar 2+2. Do jeito que andam as coisas isso é o de menos. Mas de aprender a ter respeito, a ouvir, a questionar no momento certo, a ter senso crítico com si mesmo, a aprender com o que passou e tomar decisões pensando no futuro.

Falta bom senso e tutano.

Ainda bem que sou cult. Ainda bem que sou radical intelectualóide. Ainda bem que tenho bom senso e educação.

O problema é a turma que vem por aí…



Edir Macedo e o Nobel da Paz
Junho 9, 2008, 12:25 am
Arquivado em: Coisa de adulto | Tags: , ,

Acho até bem trivial tocar nessa questao. Pra nao dizer ridículo. Aonde já se viu acreditar numa sandice dessa.

A notícia saiu inicialmente nas páginas nada isentas da Folha Universal. Depois rodou por alguns tópicos do orkut e em uma pergunta do Yahoo. Essa pergunta é um caso à parte. O rapaz diz que só quer respostas de cristaos, pois já sabe a opiniao de ateus. Como assim já sabe? Nós ateus somos todos iguais e temos a mesmíssima opiniao sobre tudo? Ou nossa opiniao tem menos credibilidade por sermos ateus? Fiquei com raiva e quis denunciar a pergunta por descriminacao. Mas o Yahoo exige que a pessoa tenha uma conta lá, por isso nao consegui (eu tenho conta no yahoo, mas nao me lembro o login).

Como nao posso colocar minha opiniao lá, coloco minha opiniao aqui:

Pra comecar eu duvido muitíssimo dessa indicacao. Porque até onde eu sei quem indica é o Comitê Norueguês do Nobel, e eu duvido MUITÍSSIMO que eles fossem indicar o Edir Macedo. Eles poderiam no máximo sugerir o nome dele, SE a tal Frente Parlamentar Brasil-Israel e a ONG Amisrael fizerem parte da lista de pessoas para quem o Comitê pede sugestoes de nomes para o Nobel. Pelos critérios nenhuma dessas duas organizacoes faz parte da lista, ou seja, nao têm como eles sugerirem nome nenhum.

Mas vamos supor que eles possam sugerir. Mesmo assim ele só seria indicado se o Comitê julgasse o bispo digno, conforme os critérios deles. Segundo a própria Folha Universal um dos grandes feitos de Macedo foi uma vigília com 2 milhoes de pessoas. Alguém me responda: como uma vigília ajuda alguém? Se eu fosse a Wangari Maathai (ganhadora em 2004, por seu trabalho promovendo a democracia, paz e desenvolvimento sustentável) me sentiria insultada por alguém ser indicado por fazer vigília…

Para completar, as sugestoes e indicacoes ao Nobel devem ser secretas por 50 anos. E o povo sai anunciando por aqui quem vai indicar a troco de quê?

Isso se chama marketing sujo, anti-ético e desrespeitoso. Uma mentira bem contada…

Pior é que tem gente que acredita.

Eu nao sou contra a indicacao de religiosos, pelo contrário. A Madre Teresa, por exemplo, fez por merecer. Agora, querer comparar o Edir Macedo à ela é dose.



“I think we’re not in Kansas anymore, Toto”
Abril 30, 2008, 3:48 pm
Arquivado em: Desassossego, Platonices

Achei que tivesse perdido o outro texto que tinha escrito. Tentei postar mas deu erro no wordpress.

O texto continua aqui. Como rascunho. Mas para mim ele se perdeu. Não faz mais sentido. Porque embora as coisas estejam realmente diferentes, não são tão simples, nem tão rasas.

Inicialmente eu pensei que essa coisa de não ser tão paranóica nem me preocupar tanto com o que os outros pensam me faria ficar mais tranquila com relação a homens. Faria com que fosse mais difícil eu me apaixonar. Infelizmente não é assim. Antes do que eu esperava ser possível. Antes que eu quisesse. Antes que eu pudesse reerguer minhas defesas, aconteceu de novo. E eu estou novamente caidinha por alguém por algum motivo fútil e trivial.

É óbvio que a probabilidade de que isso acabe e pizza é imensa. Como sempre acaba em pizza. Como sempre, acaba em mim, num computador, escrevendo um texto triste. E belo.

Estou com todos os sintomas ruins: bloqueio criativo, falta de apetite, falta de sono, ansiedade…

O fato é que mesmo com a possibilidade de dar tudo errado, e de doer tudo de novo, como em todas as outras vezes, ainda assim, vale a pena se apaixonar mais uma vez. E sempre.

Lendo meus textos, vendo quantas vezes me apaixonei e me desapaixonei, vi que é tão fácil, tão gostoso, tão doloroso, mas tão fulgaz. De que vale uma vida em que vou ter que ficar me esquivando de tudo e de todos?

Vou tentar. Vou sonhar. Vou me deixar levar pela onda… Talvez leve mais um caldo.

Mas qualquer coisa é melhor do que ficar n



E isso é verdade?
Março 31, 2008, 4:54 am
Arquivado em: Desassossego

Estou fazendo uma pesquisa sobre esquizofrenia agora. Dentre outras coisas. Ando fazendo muita coisa. Mas o que mais mexeu comigo foi a pesquisa para esse artigo.

 A idéia surgiu meio que de brincadeira. Pulou na minha cabeca, como todas as minhas outras idéias. O que é real afinal? E verdade? A minha verdade é diferente da sua. E aí? Quem está certo.

 Acho que se esquecermos questoes de sistemas sociais engessados, e passarmos a pensar mais livremente, a gente acaba vendo que as coisas sao mais complexas do que pensamos. E coisas tao concretas quanto o chao que você pisa podem ruir num piscar de olhos, por causa de duas frases.

É público e notório que eu sou ateísta. Nao que eu seja contra religioes. Exatamente por ser ateísta, respeito cada uma delas. Sou ateísta porque me acho no direito de ter a minha verdade. A minha realidade. Na minha realidade nao há um Deus, e eu nao vou ser castigada por nada do que eu fizer, e nem recompensada por fazer nada. Na minha realidade eu faco as coisas simplesmente porque me sinto bem em fazê-las. Na minha realidade, tudo é relativo, e precisa ser discutido. Mas algumas regras estao ali por um motivo, e precisam ser seguidas.

O que nao me impede de formular novas regras, e procurar novos espacos onde essas regras possam valer.

Nao gosto de absolutos, acho que por isso nunca fui muito fa de igreja nem da idéia de que um senhor voyer de barba branca fica me olhando o dia inteiro para ver o que eu estou fazendo ou deixo de fazer. E depois me julgar por isso.

Segundo a minha verdade, SE É que existe mesmo um senhor de barba branca, ele tem coisas mais importantes a fazer do que brincar de voyeurismo com macacos sem pêlo com egos inflados. Vamos ser sinceros: nós nao somos tao interessantes assim para atrair a atencao de um deus onisciente e onipotente 24 horas por dia. Mas enfim, respeito quem queira acreditar nisso. Acho um pouco de mania de perseguicao…

Na minha realidade, pessoas que aceitam as minhas opinioes numa boa e me explicam, com calma, a delas, sao pessoas legais. Pessoas que sao agressivas e vêm discutir comigo que eu, no fim das contas, acredito no deus judaico-cristao, nao sao tao legais assim. Negar a deus nao é acreditar em deus, nem nunca foi. Aliás, eu nao nego a existência de um senhor de barba branca. Eu simplesmente nao acredito.

Mas acho que me perdi um pouco do ponto. O ponto é a esquizofrenia, e os esquizofrênicos. Nao querendo fazer apologia a alucinacoes. Eu entendo que esquizofrenia é uma doenca, e precisa ser tratada. Mas essas pessoas sao loucas? Só porque elas sao diferentes de nós? Só porque a realidade delas nao se enquadra na nossa realidade quadrada?

Nós nos tornamos uma sociedade de experts em empacotar gente. Acreditamos que para conviver conosco a pessoa precisa ter x características. Que precisa ser capaz de resolver cálculos matemáticos, precisa ser capaz de ler e escrever os símbolos que criamos, precisa acreditar em um deus (no Brasil, preferencialmente, o deus judaico-cristao), precisa usar determinados tipos de roupa, gostar de determinados tipos de música, ter o cabelo de um jeito prá-deterninado, pensar de um jeito pré-determinado, falar de um jeito determinado e SONHAR de um jeito determinado.

E tudo que passar disso e tudo que sair disso e tudo que ignorar isso e tudo que nao QUISER ser isso, é levado ao médico, ao psiquiatra, ao psicanalista, ao psicólogo, à escola, à prisao… empacotado e devolvido.

Prestem atencao: nao estou dizendo que é absurdo um esquizofrênico ou um depressivo se tratar. Sao casos extremos e ajuda é necessária para que a pessoa se sinta bem ao conviver com a família, por exemplo. Mas nossa socidade levou os tratamentos ao extremo!

Se estou triste, tomo Valium. Ansiosa? Rivotril. Se meu nariz é grande demais, na opiniao dos outros? Plástica!

Nao posso ficar triste, ansiosa, calada, desatenta. Nao posso chorar que é errado. Também nao posso gostar de mim, porque afinal isso é bizarro também.

Tudo tem um remédio, uma cura imediata. Uma solucao.

Eu nao tenho, eu sou diferente.



Eu comigo mesma
Março 28, 2008, 10:36 pm
Arquivado em: Desassossego

Outro dia durante um momento verborrágico na alálise acabei confessando que, de vez em quando, observando a minha colega de estágio me sentia até constrangida pela minha aparência. A moca em questao é muito bonita, tenho que admitir. Mas por isso mesmo eu me sinto tao deslocada. Num mundo onde as outras garotas têm aquela aparência (ou têm dinheiro e ânimo para se manter daquele jeito) onde é que eu vou me encaixar?

 Eu me sinto constrangida porque nao sei aonde num mundo de cabelos lisos, há espaco para os meus cabelos rebeldes. Ontem eu lavei os cabelos e por dormir com eles molhados, eles acordaram um pouco mais rebeldes do que o usual. Mesmo assim coloquei uma tiara e resolvi ir para a faculdade. Minha mae nao aprovou. Cabelos assim pareciam despenteados. Melhor prendê-los.

Mas eu nao quero prender meus cabelos rebeldes. Tudo bem que os fios louros se contorcem e apontam em todas as direcoes, que meu cabelo nao fica comportadamente alinhado no couro cabeludo e que eles nao sao longos e simetricamente cortados. Mas meu cabelo é fino e macio, como fios de ouro. E a cor. A cor muda o tempo todo. De um marrom fechado, cor de charuto, até os mais diversos tons de dourado. Dependendo da iluminacao, do penteado e do clima.

 Nao quero prender meus cabelos rebeldes porque adoro a rebeldia deles. Embora ela seja deslocada nesse mundo de cabelos lisos.

Também falam do meu nariz. Grande e com um ossinho protuberante, todos têm certeza que ele deveria ser extirpado de minha face. A maioria das pessoas acha que ele nao cabe no meu rosto. E nem no mundo.

Mas eu nao quero tirar. Porque é que eu tenho que adequar meu nariz ao padrao social de narizes? Iguais aos de todo mundo? Porque nao pode haver lugar para o meu nariz grande?

Porque nao pode haver lugar no mundo para os meus questionamentos? Porque tenho que fingir que sou feliz e estou satisfeita com tudo e todos o tempo inteiro?

Esse texto é na verdade uma ode a mim mesma. Porque nao importa o que os outros pensem ou digam, nao importa o quao deslocada eu me sinta, eu ainda assim me acho uma moca bonita. E nao tem nada de errado ou constrangedor nisso.



Inconfidências na escada
Março 27, 2008, 3:41 am
Arquivado em: Desassossego

Depois de passar pelo stress dos trâmites burocráticos acabei na clássica escadinha do prédio de laboratório conversando amenidades.

 O assunto rendeu. De congressos, pulamos para momentos de catarse dos jovens capixabas e desse assunto para orgias (têm conexão sim, saca: congresso [um monte de jovens juntos] > momentos de catarse [sexo] > sexo > orgias). De orgias eu acabei desabafando sobre minha própria vida sexual frustrada. Nunca participei de uma orgia. Nunca fiz um 3some. Aliás atualmente só 1some mesmo…

Abri meu coração e também contei sobre minha experiência desesperadora com o “freund von mir” alemão e com o colombiano maratonista.

 Não, brasil, não tenho coragem de contar essas coisas assim, em detalhes aqui (ainda, quem sabe um dia?). Dá muito bem para me identificar pelas informações nesse blog, aí alguém descobre e comofas?

Mas que é bom desabafar sobre essas coisas é. Não me sinto tão bizarra, tão deslocada, às vezes. Embora depois eu me reprima por ter feito confissões tão íntimas para pessoas de quem eu não sou tão íntima assim, sabe? Lembrei de uma das meninas do 02 neurônio que dizia que qualquer dia ia ser presa por falar demais. Eu corro o mesmo risco. Acabo de conhecer a pessoa e discorro sobre minha vida, medos, desavenças, família, amigos, pretê, sexo… E não, eu não tenho botão de desliga.

Vivo me torturando, me obrigando a ser mais discreta, falar menos, ouvir mais, não falar sobre intimidades com estranhos. Mas não adianta, eu sempre acabo descambando pro mesmo erro.

 Nem sei pra quê pago a minha psicóloga afinal, se qualquer cadeira pra mim é divã.



Pau no kuh da burocracia
Março 27, 2008, 3:24 am
Arquivado em: Coisa de adulto

Deveria considerar que, tendo um pai que foi professor de universidade federal e uma mãe que trabalha lá eu já estivesse suficientemente acostumada a relatos sobre a burocracia absurda daquele local. Mas a UFES é uma caixinha de surpresas.

 Até onde eu sei saber com quais universidades estrangeiras a universidade mantêm convênio e como fazer para participar dos intercâmbios é um assunto de interesse dos alunos. São informações que deveriam estar disponíveis no site da instituição para quem quisesse acessar.

Como não estão resolvi tomar a responsabilidade da tarefa e, como estudante de jornalismo da supracitada universidade, resolvi ir a caça de informações por conta própria e disponibiliza-las aos alunos. Ou seja, estou fazendo um favor para a administração. Eles não precisam entediar um estudante de ciência ou engenharia da computação para fazer o trabalho de publicar sobre o assunto em um site.

Eis que quando solicito a lista de universidades estrangeiras com as quais a UFES mantém convênio (devidamente autorizada a pedir isso pelo chefe do departamento em questão) o Sr. Burocrata de plantão me diz que eu tenho que protocolar uma solicitação para conseguir tal material, porque ele não faria nada com autorizações verbais. Segundo ele “nós jornalistas” escrevemos muitas matérias criticando a administração.

Mas comassim?!?!?!? Como eu vou criticar a administração por manter convênios internacionais? Já até imagino a manchete: “Absurdo! UFES mantém convênio com universidades de outros países”. Pânico!!! Pessoas correndo e gritando pelo campus…

E mesmo se fosse para falar mal da administração, qual é o problema? É uma merda mesmo! E esse episódio de burocracia fora de propósito serve muito bem para ilustrar a qualidade da administração de lá. ¬¬