Revista Veja dessa semana. Matéria intitulada “Menina Maluquinha”.
” ‘Eu mamo na mamadeira, vou admitir. Não tenho vergonha de dizer que tomo tetê’, declarou. O rasgo de sinceridade diz tudo sobre a artista – Maisa é uma garota de 5 anos.”
Not necessarly, honey. Pode saber que tem muita apresentadora de TV aí, com mais de 20, que poderia dizer a mesmíssima frase. Talvez não no sentido literal, though….
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Coloquei essa pergunta no meu msn. Obtive algumas reações engraçadas. Um colega veio me dizer que era coca-cola. E depois questionou se “can” no caso, era vaso sanitário. Não era. Um outro amigo veio me dizer que achou foda e ia roubar pra colocar no msn dele também. Ninguém lembrou do filme. Do filme de onde eu tirei essa pergunta. “O Terminal”. A primeira vista, é um filme até simplório, sem nada de muito profundo a se pensar. Mas outro dia, no ônibus de volta pra casa (por isso adoro andar de ônibus, me dá tempo pra pensar nas coisas), lembrei do filme. O personagem do Tom Hanks tinha uma lata. Ele não dizia a ninguém o que tinha ali dentro. Até que a aeromoça por quem ele era apaixonado pergunta: “What’s inside the can?”. A resposta é simples: “Jazz”. Sim senhores, dentro da lata do moço perdido no aeroporto tinha Jazz. Que, por sinal, diga-se de passagem, é uma puta coisa legal para se ter na sua lata, não acham?
Daí fiquei pensando o quê eu tenho na minha lata. Com certeza tem jazz na minha lata. Tem uma casa na minha lata. E uma tonelada de cheiros. Quando eu abro a minha lata sinto cheio de goiabada, às vezes. E às vezes de café com queijo. Ou de grama molhada. Ou cheio de couro… Depende do dia. Mas minha lata tem coisas muito legais. A lata do meu amigo, que achou foda a frase, também tem coisas muito bacanas, tenho certeza. Ele pode não ter entendido 100%, mas alguma coisa entendeu, da proposta da lata. Só que ele é bem discreto sobre o conteúdo da lata dele. O meu outro amigo, aquele que achou que a lata tinha coca-cola ou era uma privada. Bem, acho que isso diz bastante sobre o quê tem na lata dele. Nada de errado. Acho que tem milhares de pessoas que têm coca-cola na lata. E outras milhares que usam a lata como privada. Mas todo mundo tem uma lata. E alguém no mundo, além de mim, deve ter jazz dentro da lata também.